Viajar Barato: 10 Países Incríveis Onde Seu Dinheiro Vale o Dobro

Você quer viajar pelo mundo, mas não tem muito dinheiro? Não se preocupe, existem muitos destinos incríveis que são muito baratos e que vão te surpreender com suas belezas naturais, culturais e gastronômicas. Neste post, vamos te mostrar os 10 destinos mais baratos do mundo para viajar, e como você pode aproveitar ao máximo cada um deles. Vamos lá?

Você sonha em viajar o mundo, mas o orçamento está apertado? A boa notícia é que uma viagem inesquecível não precisa custar uma fortuna. Existem países incríveis onde sua moeda vale muito, oferecendo experiências ricas em cultura, gastronomia e paisagens naturais.

Neste guia, selecionamos os 10 destinos mais econômicos e detalhamos tudo o que você precisa saber: como chegar, como é a estrutura local e o que não pode ficar de fora do roteiro. Confira!

Vietnã (Ásia)


Um país de contrastes, onde a história milenar encontra o caos organizado das metrópoles e uma natureza exuberante.

Infraestrutura: O Vietnã é caótico no trânsito (muitas motos!), mas muito eficiente para o turismo. A internet é geralmente rápida e disponível. Há uma vasta oferta de hostels de qualidade e hotéis boutique acessíveis.

Como Chegar: Não há voos diretos do Brasil. As rotas mais comuns são via Oriente Médio (Emirates, Qatar) ou Europa, pousando em Hanói (norte) ou Ho Chi Minh (sul).

O que Fazer:

Navegar pela Baía de Halong (Patrimônio da UNESCO).

Explorar a cidade histórica de Hoi An e suas lanternas.

Visitar os túneis de Cu Chi e o Delta do Mekong.

Provar a comida de rua: Phở (sopa de macarrão) e Bánh Mì (sanduíche).

Dica de Ouro: Para atravessar a rua no Vietnã, mantenha um ritmo constante e não pare. As motos desviarão de você. Negocie sempre o preço antes de entrar em táxis ou mototáxis.

Bolívia (América do Sul)


Vizinha do Brasil, a Bolívia oferece algumas das paisagens mais surreais do continente a preços imbatíveis.

Infraestrutura: É um pouco precária em comparação a outros vizinhos. Estradas podem ser sinuosas e o transporte público é antigo. A altitude é um fator que exige adaptação física.

Como Chegar: A principal porta de entrada é o aeroporto Viru Viru, em Santa Cruz de la Sierra (voos diretos da GOL saindo de SP). De lá, voa-se para La Paz ou Sucre.

O que Fazer:

O tour de 3 ou 4 dias pelo Salar de Uyuni (maior deserto de sal do mundo).

Navegar no Lago Titicaca (o lago navegável mais alto do mundo).

Descer a “Estrada da Morte” de bicicleta.

Dica de Ouro: Aclimatação é essencial. Tome chá de coca ou mastigue a folha para evitar o soroche (mal de altitude). Leve dinheiro em espécie, pois cartões não são aceitos em áreas remotas.

Nepal (Ásia)


O teto do mundo. O Nepal é o destino dos sonhos para amantes de montanhas e espiritualidade.

Infraestrutura: Em desenvolvimento. Estradas são lentas devido ao relevo. Em Katmandu, há boas opções de hotéis, mas nas trilhas a hospedagem é em “Tea Houses” (simples, mas acolhedoras).

Como Chegar: Voo para Katmandu (Tribhuvan International Airport). Geralmente via Doha, Dubai ou Nova Délhi.

O que Fazer:

Trekking até o Acampamento Base do Everest ou Circuito Annapurna.

Visitar os templos de Boudhanath e Pashupatinath.

Explorar a cidade histórica de Bhaktapur.

Dica de Ouro: Respeite a cultura local. Sempre contorne estupas (monumentos budistas) no sentido horário. A internet nas montanhas é paga e instável.

Romênia (Europa)


Um dos segredos mais bem guardados da Europa Oriental, misturando lendas medievais e natureza intocada.

Infraestrutura: Surpreendentemente boa. A Romênia tem uma das internet mais rápidas da Europa. Trens conectam as principais cidades, e o aluguel de carro é barato e seguro.

Como Chegar: Voo para Bucareste (Otopeni), geralmente com conexão em grandes hubs europeus como Londres, Frankfurt ou Paris.

O que Fazer:

Castelo de Bran (conhecido como Castelo do Drácula) na Transilvânia.

Castelo de Peles em Sinaia (um dos mais bonitos da Europa).

Dirigir pela estrada Transfagarasan.

Cidades medievais de Brasov, Sibiu e Sighisoara.

Dica de Ouro: Utilize aplicativos como Bolt ou Uber nas cidades grandes para evitar golpes de taxistas. A comida é pesada e deliciosa, prove a Sarmale (rolinhos de repolho).

Marrocos (África)


Uma explosão de cores, cheiros e sabores. O Marrocos é exótico e acessível.

Infraestrutura: Trens eficientes conectam cidades imperiais (Marrakech, Fez, Rabat). A hospedagem tradicional em Riads (casas com pátio interno) oferece excelente custo-benefício.

Como Chegar: Voos para Casablanca ou Marrakech. Há conexões frequentes via Lisboa, Madrid ou voos diretos de SP (sazonais pela Royal Air Maroc).

O que Fazer:

Dormir uma noite no deserto do Saara (Merzouga).

Perder-se nos Souks (mercados) da Medina de Marrakech.

Visitar a cidade azul de Chefchaouen.

Dica de Ouro: A negociação é parte da cultura. Nunca aceite o primeiro preço em lojas. Vista-se de forma modesta (ombros e joelhos cobertos) para respeitar a cultura islâmica.

Índia (Ásia)


Uma experiência intensa para todos os sentidos. É possivelmente o país mais barato desta lista.

Infraestrutura: Varia do luxo extremo à pobreza total. A malha ferroviária é gigantesca e conecta o país todo. O trânsito nas grandes cidades é desafiador.

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Como Chegar: Aeroportos principais em Nova Délhi (DEL) ou Mumbai (BOM), via Emirados Árabes ou Europa.

O que Fazer:

O Triângulo Dourado: Nova Délhi, Agra (Taj Mahal) e Jaipur (Cidade Rosa).

Cerimônias espirituais no Rio Ganges em Varanasi.

Relaxar nas praias de Goa ou nos canais de Kerala.

Dica de Ouro: Cuidado com a “Delhi Belly” (intoxicação alimentar). Beba apenas água engarrafada e lacrada, e evite comidas cruas na rua.

Portugal (Europa)


O queridinho dos brasileiros na Europa, combinando facilidade do idioma com preços justos para o padrão europeu.

Infraestrutura: Excelente. Estradas impecáveis, trens modernos (Comboios de Portugal) e cidades seguras e caminháveis.

Como Chegar: Muitos voos diretos do Brasil (TAP, Azul, Latam) para Lisboa e Porto.

O que Fazer:

Ouvir Fado em Alfama (Lisboa).

Degustação de vinhos no Vale do Douro.

Praias do Algarve no verão.

Visitar a mística Sintra e seus palácios.

Dica de Ouro: Para comer barato, procure restaurantes que servem o “Prato do Dia” ou “Menu Executivo” no almoço. O café (a “bica”) é excelente e custa centavos.

Tailândia (Ásia)


O portal de entrada para o Sudeste Asiático, perfeito para mochileiros e luxo acessível.

Infraestrutura: Muito preparada para o turismo. É fácil se locomover com voos low-cost, ônibus noturnos e barcos. A internet é ótima e há lojas de conveniência (7-Eleven) em cada esquina.

Como Chegar: Aeroporto de Bangkok (Suvarnabhumi), geralmente via Doha ou Dubai.

O que Fazer:

Templos grandiosos em Bangkok (Wat Arun, Grand Palace).

Santuários de elefantes éticos em Chiang Mai.

Praias paradisíacas como Koh Phi Phi, Railay Beach e Koh Tao.

Dica de Ouro: A comida de rua é segura e deliciosa (o Pad Thai é imperdível). Respeite a monarquia e as imagens de Buda (é proibido comprar estátuas de Buda para decoração ou fazer tatuagens religiosas sem ser budista).

Turquia (Eurásia)


Onde o ocidente encontra o oriente. História riquíssima e gastronomia espetacular.

Infraestrutura: Moderna e eficiente. O transporte público em Istambul funciona muito bem. Os ônibus interestaduais são de luxo, com serviço de bordo.

Como Chegar: A Turkish Airlines oferece voos diretos de São Paulo para Istambul.

O que Fazer:

Voo de balão na Capadócia ao amanhecer.

Visitar a Basílica de Santa Sofia e a Mesquita Azul em Istambul.

Piscinas termais de Pamukkale.

Dica de Ouro: Adquira o “Museum Pass” se pretende visitar muitas atrações, pois sai mais barato. Chá (Çay) é oferecido como sinal de hospitalidade; aceite, é gratuito e uma gentileza.

Colômbia (América do Sul)


Um país vibrante que superou seu passado e hoje é um dos destinos turísticos mais acolhedores da região.

Infraestrutura: Boa conexão aérea interna com preços baixos (várias companhias low-cost). Viagens de ônibus podem ser longas devido à geografia montanhosa dos Andes.

Como Chegar: Voos diretos ou com conexão rápida para Bogotá (Avianca, Latam).

O que Fazer:

A cidade murada de Cartagena das Índias.

O Parque Tayrona (praias caribenhas e selva).

Medellín e a Comuna 13 (exemplo de transformação social).

Vale do Cocora com as palmeiras mais altas do mundo.

Dica de Ouro: O clima varia muito. Bogotá é fria e chuvosa, enquanto Cartagena é extremamente quente. Faça a mala pensando nessas variações. Use aplicativos de táxi para maior segurança nas grandes cidades.

 

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