América do Sul Barata: 3 Países Onde o Real Vale Mais em 2026 (Guia Completo)
Com o orçamento apertado, mas a vontade de viajar em alta? A solução está logo ao lado. Em 2026, a América do Sul continua sendo o destino mais inteligente para os brasileiros, graças à valorização do Real frente às moedas vizinhas. Seja aproveitando o novo câmbio turístico na Argentina, explorando o Caribe colombiano ou desbravando as paisagens surreais da Bolívia, preparamos um guia com os 3 destinos mais econômicos do ano, incluindo dicas de logística para quem sai de Vitória ou São Paulo.
Viajar para o exterior em 2026 não exige necessariamente ganhar em dólar ou euro. A América do Sul continua sendo o refúgio econômico para os brasileiros, oferecendo uma combinação imbatível: proximidade geográfica, riqueza cultural e, o mais importante, um câmbio favorável.
Enquanto destinos na Europa e EUA encareceram, nossos vizinhos oferecem experiências de classe mundial — da neve andina ao mar do Caribe — por uma fração do preço. Selecionamos os 3 países mais baratos para visitar este ano, com dicas de como fazer seu dinheiro render ainda mais saindo do Brasil.
Argentina: O Rei do Custo-Benefício Gastronômico
Mesmo com as flutuações econômicas recentes, a Argentina segue imbatível para o turista brasileiro em 2026. A diferença cambial continua tornando o país extremamente acessível, especialmente para comer e beber bem.
Por que é barato? O fenômeno do “Câmbio Blue” (mercado paralelo) ainda existe, mas a grande novidade para 2026 é a consolidação do Câmbio MEP (Dólar Turista) para cartões estrangeiros. Agora, ao usar seu cartão de crédito ou débito internacional (como Wise ou Nomad) na Argentina, você recebe uma cotação muito próxima do Blue, sem precisar andar com maços de dinheiro vivo.
O que fazer:
Buenos Aires: A capital oferece jantares com bife de chorizo e vinho Malbec por preços que você pagaria em um prato simples no Brasil. O bairro de Villa Crespo desponta como alternativa cool e mais barata que Palermo.
Mendoza: As degustações em vinícolas de classe mundial custam um terço do valor de equivalentes na Europa ou Califórnia.
Dica de Logística: Voos saindo de São Paulo (Guarulhos) são diários e frequentes. Para quem sai de Vitória (VIX), a conexão em SP é rápida. Fique atento às promoções de companhias low-cost como a JetSmart e Flybondi, que operam trechos internos (ex: Buenos Aires para Bariloche) a preços irrisórios.
Colômbia: O Caribe Acessível e Cultura Urbana
A Colômbia se consolidou como o destino “queridinho” dos nômades digitais e turistas brasileiros. O motivo? O Peso Colombiano (COP) tem uma paridade justa com o Real, permitindo que você desfrute do Caribe sem pagar preços de “dólar caribenho”.
Por que é barato? A alimentação de rua é fortíssima e deliciosa (as arepas e pratos feitos custam menos de R$ 15). Além disso, a hotelaria é muito competitiva, com hotéis boutique e hostels de luxo a preços de pousada simples no Brasil.
O que fazer:
Cartagena e Santa Marta: Enquanto Cartagena é a joia colonial, a vizinha Santa Marta (e o Parque Tayrona) oferece praias selvagens e hospedagem ainda mais econômica.
Medellín: A cidade da eterna primavera tem um sistema de transporte público exemplar (incluindo teleféricos integrados ao metrô) e uma cena cultural vibrante na Comuna 13.
Dica de Logística: A Avianca oferece boa conectividade. Evite a altíssima temporada (dezembro/janeiro) em Cartagena se quiser economizar na hospedagem. Em Bogotá, aproveite os domingos, quando grandes avenidas fecham para a “Ciclovía”, um passeio gratuito e cultural.
Bolívia: Aventura Extrema e o Menor Custo da Região
Se a sua prioridade é gastar o mínimo possível, a Bolívia é o destino número 1. É, historicamente, o país mais barato da América do Sul para alimentação, transporte e passeios.
Por que é barato? Aqui, o custo de vida é estruturalmente mais baixo. É possível almoçar bem por menos de R$ 15 e encontrar hospedagem privativa por R$ 60 a R$ 80.
O que fazer:
Salar de Uyuni: O maior deserto de sal do mundo é a atração principal. O tour de 3 dias/2 noites (com tudo incluso: transporte 4×4, comida e hospedagem) custa uma fração do que se gastaria no Atacama (Chile). Em 2026, a infraestrutura melhorou, mas ainda é uma aventura rústica.
La Paz: Use o sistema de teleféricos (“Mi Teleférico”) para cruzar a cidade por centavos e ter a melhor vista dos Andes.
Dica de Saúde e Logística: A altitude é coisa séria. Deixe o corpo aclimatar no primeiro dia, evite álcool e tome chá de coca. Para chegar, voos para Santa Cruz de la Sierra costumam ser mais baratos saindo de SP, e de lá você pode pegar voos internos econômicos para La Paz ou Uyuni.
Conclusão: Como Planejar sua Viagem em 2026
A América do Sul prova que economia e experiências inesquecíveis andam juntas. Para quem sai do Espírito Santo ou de São Paulo, a conectividade aérea nunca foi tão boa.
O segredo para 2026:
Antecedência: Monitore passagens com 3 a 5 meses de antecedência.
Câmbio Inteligente: Use contas globais digitais para pagar na moeda local e fugir do IOF alto dos cartões brasileiros tradicionais.
Saia do Óbvio: Troque o hotel de luxo por hostels design ou apartamentos de temporada, e coma onde os locais comem.
O mundo está esperando, e o seu bolso agradece!
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