Mundo

Malta: guia completo com praias, história, preços e roteiro

Malta é um pequeno país europeu no Mar Mediterrâneo, ao sul da Itália, famoso por suas praias de água cristalina, cidades históricas, templos antigos, ilhas como Gozo e Comino e atrações como Valletta, Mdina e Blue Lagoon. Neste guia, veja como chegar, quanto custa, onde ficar, o que fazer e como montar seu roteiro.

Por · 11 de junho de 2024 · 15 minutos

Qual foi sua reação?

Malta é o menor país da União Europeia e um dos destinos mais completos do Mediterrâneo: tem cidades históricas, praias de água azul, templos mais antigos que as pirâmides, vilarejos de pescadores, ilhas pequenas, comida marcante e uma logística fácil para quem quer conhecer muito em poucos dias.

Resumo rápido: Malta fica no Mar Mediterrâneo, ao sul da Itália e ao norte da África. O país tem cerca de 316 km² e é formado principalmente pelas ilhas Malta, Gozo e Comino. O roteiro ideal inclui Valletta, Mdina, Rabat, Three Cities, Marsaxlokk, Blue Lagoon, Gozo, St. Peter’s Pool, Blue Grotto, templos megalíticos e praias como Golden Bay, Mellieha Bay e Ghajn Tuffieha.

Atenção para brasileiros: Malta faz parte do Espaço Schengen. Brasileiros podem viajar a turismo por até 90 dias dentro de um período de 180 dias sem visto, desde que cumpram as regras de entrada. O ETIAS ainda não exige ação do viajante neste momento e, segundo a União Europeia, deve começar no último trimestre de 2026. Antes de comprar passagem, confira sempre as regras oficiais atualizadas.

Índice do artigo

Onde fica Malta?

Malta fica no centro do Mar Mediterrâneo, entre a Sicília, no sul da Itália, e o norte da África. O país é pequeno, mas extremamente estratégico: por causa da localização, foi ocupado e influenciado por fenícios, romanos, árabes, normandos, cavaleiros da Ordem de São João, franceses e britânicos.

Essa mistura aparece na arquitetura, na comida, na língua e no jeito do destino. O maltês tem raiz semítica, o inglês é língua oficial, dirige-se pela esquerda e a moeda é o euro. Para o turista, isso facilita bastante: muita gente fala inglês, as distâncias são curtas e o país combina praia, história e vida urbana em poucos quilômetros.

Malta

Ilha principal, onde ficam Valletta, Mdina, Sliema, St Julian’s, Marsaxlokk, St. Peter’s Pool e a maior parte da estrutura turística.

Gozo

Ilha mais tranquila, com praias, trilhas, templos, salinas, vilarejos e clima rural. Boa para dormir uma ou duas noites.

Comino

Ilha pequena famosa pela Blue Lagoon. É linda, mas exige planejamento por causa do controle de visitantes e da lotação no verão.

Como chegar em Malta

Não há voos diretos regulares do Brasil para Malta. O caminho mais comum é voar para algum hub europeu, como Lisboa, Madrid, Roma, Milão, Paris, Frankfurt, Londres ou Istambul, e de lá seguir para o Aeroporto Internacional de Malta, em Luqa.

Do aeroporto até regiões como Valletta, Sliema e St Julian’s, dá para ir de ônibus, táxi, transfer, aplicativo ou carro alugado. Para primeira viagem, ônibus e transfer costumam resolver bem. Carro alugado ajuda em praias e Gozo, mas lembre que em Malta a direção é pela esquerda.

Trecho Como fazer Dica prática
Brasil até Malta Voo com conexão em cidade europeia ou hub internacional. Compare chegada por Lisboa, Roma, Madrid, Paris, Frankfurt e Istambul.
Aeroporto até Valletta Ônibus, táxi, transfer ou aplicativo. Valletta é boa para quem quer história e deslocamento central.
Malta até Gozo Ferry entre Cirkewwa e Mgarr, em Gozo. O ferry de passageiro custa cerca de €4,65; carro com motorista custa cerca de €15,70.
Malta até Comino Barco ou ferry saindo de Cirkewwa, Marfa, Sliema, Bugibba ou tours organizados. Para desembarcar na Blue Lagoon, verifique o sistema de booking gratuito.

Preços e custos de viagem em Malta

Malta pode ser uma viagem econômica ou cara, dependendo da temporada e da base escolhida. O verão europeu encarece hotéis, passeios de barco e beach clubs. Fora de julho e agosto, os preços costumam melhorar, e o destino fica mais agradável para caminhar.

Item Preço aproximado Observação
Ônibus 7 dias €25 no Explore Adult 7 Day Cartão individual com viagens ilimitadas em rotas diurnas e noturnas, conforme regras da Malta Public Transport.
Cartão 12 viagens €19 Pode ser compartilhado e inclui transferências dentro de 2 horas.
St John’s Co-Cathedral €15 adulto Inclui audioguia. Fecha aos domingos e feriados públicos.
Grand Master’s Palace €8 a €12 Preço varia por tipo de ingresso.
Hypogeum €35 adulto; last-minute €50 Ingresso limitado. Reserve com antecedência.
Heritage Malta Multisite Pass €30 a €60 Vale para quem pretende visitar vários museus e sítios históricos. Não inclui Hypogeum.
Ferry Malta-Gozo €4,65 passageiro; €15,70 carro + motorista Valores de referência da Gozo Channel. Confira antes da viagem.
Ferry para Comino Geralmente €13 a €15 ida e volta Varia por operador, temporada e ponto de saída.
Refeição simples €8 a €18 Pastizzi e lanches são baratos; restaurantes turísticos custam mais.
Hotel Variável Valletta, Sliema e St Julian’s sobem muito no verão.

O que fazer em Malta: lugares imperdíveis

1. Valletta

Valletta, a capital de Malta, é pequena, intensa e cheia de história. A cidade foi construída pelos Cavaleiros de São João e concentra igrejas, palácios, museus, varandas coloridas, muralhas, cafés e mirantes para o Grand Harbour.

É o melhor ponto para começar a viagem, principalmente se você gosta de caminhar. Reserve pelo menos um dia inteiro para circular sem pressa.

Como chegar: ônibus, táxi, ferry de Sliema ou carro, mas estacionar pode ser difícil.
Preço: caminhar pela cidade é gratuito; museus e igrejas são pagos.
Avaliação geral: muito elogiada por arquitetura, história e vista.
Dica: vá cedo para evitar grupos de cruzeiros.

2. Co-Catedral de São João

A St John’s Co-Cathedral é uma das visitas mais importantes de Malta. Por fora, parece relativamente discreta; por dentro, é um espetáculo barroco com piso de mármore, capelas ornamentadas e obras de Caravaggio.

Como chegar: fica no centro de Valletta.
Preço: €15 adulto, €12 idosos/estudantes, crianças menores de 12 anos grátis com adulto.
Avaliação geral: uma das atrações mais bem avaliadas de Malta.
Dica: vá com roupa adequada; é igreja e atração turística ao mesmo tempo.

3. Grand Master’s Palace e Upper Barrakka Gardens

O Grand Master’s Palace mostra o lado político e militar da história maltesa, com salões restaurados e ligação direta com os Cavaleiros de Malta. Já o Upper Barrakka Gardens oferece uma das vistas mais bonitas para o Grand Harbour e as Três Cidades.

Como chegar: ambos ficam em Valletta.
Preço: Grand Master’s Palace costuma variar entre €8 e €12; o jardim é gratuito.
Avaliação geral: ótimo para combinar história e mirante.
Dica: veja o disparo cerimonial dos canhões quando estiver disponível.

4. Mdina

Mdina, conhecida como Cidade Silenciosa, é a antiga capital de Malta. Suas ruas medievais, muralhas, portas de pedra e atmosfera calma fazem dela uma das experiências mais marcantes do país.

É um lugar para caminhar devagar, entrar nos becos, visitar cafés e ver Malta de outro ritmo.

Como chegar: ônibus saindo de Valletta, carro ou tour.
Preço: circular pela cidade é gratuito; museus e palácios são pagos.
Avaliação geral: excelente para fotos, história e passeio romântico.
Dica: vá no fim da tarde para pegar luz bonita e menos calor.

5. Rabat e Catacumbas de São Paulo

Rabat fica ao lado de Mdina e merece entrar no mesmo dia de roteiro. A cidade guarda catacumbas, igrejas, ruínas romanas e uma parte menos cenográfica, mais local, da história maltesa.

Como chegar: a pé a partir de Mdina.
Preço: catacumbas e museus são pagos; consulte Heritage Malta.
Avaliação geral: boa para quem gosta de arqueologia e história religiosa.
Dica: combine Mdina, Rabat e Domvs Romana no mesmo dia.

6. Three Cities: Vittoriosa, Senglea e Cospicua

As Três Cidades mostram uma Malta mais antiga, portuária e menos óbvia que Valletta. Vittoriosa, Senglea e Cospicua têm fortalezas, marinas, igrejas, ruas estreitas e ótimos ângulos para fotografar o Grand Harbour.

Como chegar: ferry de Valletta, ônibus ou táxi.
Preço: caminhar é gratuito; Fort St Angelo e museus são pagos.
Avaliação geral: ideal para fugir um pouco do circuito lotado.
Dica: faça no fim da tarde e volte de ferry para Valletta.

7. Marsaxlokk

Marsaxlokk é o vilarejo de pescadores mais famoso de Malta, conhecido pelos barcos coloridos chamados luzzu. Aos domingos, o mercado de peixe deixa a vila mais movimentada, mas também mais turística.

Como chegar: ônibus, carro ou tour pelo sul da ilha.
Preço: gratuito para passear; restaurantes variam conforme prato.
Avaliação geral: muito procurado por fotos e frutos do mar.
Dica: combine com St. Peter’s Pool no mesmo dia.

8. St. Peter’s Pool

St. Peter’s Pool é uma piscina natural de pedra perto de Marsaxlokk. A água costuma ter tons lindos, mas o acesso é rústico e não é ideal para todo mundo. Não há sombra confortável nem estrutura de praia tradicional.

Como chegar: carro, táxi ou caminhada a partir de Marsaxlokk.
Preço: gratuito; estacionamento pode variar.
Avaliação geral: excelente para fotos e mergulho, mas ruim para quem quer conforto.
Dica: vá de tênis ou papete firme, não só de chinelo.

9. Blue Grotto, Hagar Qim e Mnajdra

A região da Blue Grotto tem falésias, mar azul e passeios de barco por cavernas, quando o tempo permite. Perto dali ficam Hagar Qim e Mnajdra, templos megalíticos entre os sítios arqueológicos mais importantes de Malta.

Como chegar: carro, ônibus ou tour pelo sul de Malta.
Preço: mirante gratuito; barco e templos são pagos.
Avaliação geral: ótimo para unir natureza e história antiga.
Dica: barco depende de vento e condição do mar.

10. Blue Lagoon em Comino

A Blue Lagoon, em Comino, é o cartão-postal de água azul mais famoso de Malta. O lugar é realmente bonito, mas pode ficar lotado no verão. Desde 2025, há sistema de reserva gratuita para controlar o número de visitantes que desembarcam na área.

Como chegar: ferry de Cirkewwa/Marfa ou tour de barco saindo de Sliema, Bugibba e outros pontos.
Preço: reserva de acesso é gratuita; ferry costuma custar cerca de €13 a €15 ida e volta.
Avaliação geral: água espetacular, mas lotação é a principal reclamação.
Dica: reserve o slot, vá cedo e leve água, protetor e snorkel.

11. Gozo

Gozo é a ilha para quem quer desacelerar. Ela tem Victoria, Citadel, templos de Ggantija, Ramla Bay, Dwejra Bay, Inland Sea, Blue Hole, salinas e vilarejos menores. Dá para fazer bate-volta, mas dormir uma noite melhora muito a experiência.

Como chegar: ferry da Gozo Channel saindo de Cirkewwa.
Preço: passageiro cerca de €4,65; carro com motorista cerca de €15,70.
Avaliação geral: mais tranquila, rural e menos intensa que Malta.
Dica: alugue carro ou use tour se quiser ver vários pontos no mesmo dia.

12. Golden Bay, Ghajn Tuffieha e Mellieha Bay

Malta não é cheia de praias de areia, então essas três entram forte no roteiro. Golden Bay tem estrutura e pôr do sol bonito. Ghajn Tuffieha é mais natural e exige escadas. Mellieha Bay é uma das melhores para famílias por ter mar mais raso.

Como chegar: ônibus ou carro.
Preço: praias públicas; guarda-sol, espreguiçadeira e estacionamento podem ser pagos.
Avaliação geral: boas para praia de areia, especialmente no verão.
Dica: chegue cedo em julho e agosto.

13. Dingli Cliffs

Dingli Cliffs é uma área de falésias no ponto mais alto de Malta. É passeio de paisagem, vento, caminhada leve e pôr do sol. Não é lugar de banho, mas rende uma pausa bonita no roteiro.

Como chegar: carro, ônibus ou tour.
Preço: gratuito.
Avaliação geral: ótimo para contemplação e fotos.
Dica: evite chegar muito perto da borda das falésias.

14. Hypogeum, Tarxien e Ghar Dalam

Para quem gosta de arqueologia, Malta é muito forte. O Hal Saflieni Hypogeum é um sítio subterrâneo pré-histórico com entrada limitada e reserva concorrida. Tarxien mostra templos megalíticos, e Ghar Dalam combina caverna, fósseis e história natural.

Como chegar: ônibus, carro ou táxi, dependendo do sítio.
Preço: Hypogeum €35 adulto; last-minute €50; outros sítios variam.
Avaliação geral: imperdível para arqueologia, mas não é passeio de praia.
Dica: reserve Hypogeum com antecedência.

15. Sliema e St Julian’s

Sliema e St Julian’s são bases práticas para quem quer hotel, restaurantes, bares, compras, passeio à beira-mar e transporte fácil. St Julian’s é mais forte em vida noturna; Sliema é mais funcional para primeira viagem.

Como chegar: ônibus, táxi, ferry de Valletta ou transfer do aeroporto.
Preço: hospedagem e restaurantes variam bastante por temporada.
Avaliação geral: práticas, mas menos históricas que Valletta.
Dica: escolha Sliema se quiser logística; St Julian’s se quiser noite.

Onde ficar em Malta

A escolha da hospedagem muda a viagem. Malta é pequena, mas o trânsito e os deslocamentos podem cansar. Para primeira viagem, o melhor é escolher base conforme seu estilo.

Região Melhor para Ponto de atenção
Valletta História, charme, restaurantes, museus e deslocamento central. Hotéis podem ser caros e quartos pequenos.
Sliema Primeira viagem, transporte, compras, ferry para Valletta e bom custo-benefício. É prática, mas não tão charmosa quanto Valletta.
St Julian’s Bares, vida noturna, restaurantes e viajantes jovens. Pode ser barulhenta, especialmente perto de Paceville.
Mellieha Praia, família, resorts e acesso ao ferry para Gozo/Comino. Fica mais distante de Valletta.
Gozo Descanso, natureza, trilhas, praias e viagem mais lenta. Menos prático para quem quer sair à noite em Malta.
Three Cities Charme histórico e menos multidão. Menos oferta de hospedagem que Sliema e St Julian’s.

Onde comer em Malta

A gastronomia maltesa mistura Mediterrâneo, Sicília, mundo árabe e influência britânica. O país é ótimo para comer frutos do mar, massas, coelho, pastizzi, ftira, queijos, azeite e pratos de forno.

Valletta

Melhor para restaurantes históricos, bares de vinho, cafés, comida maltesa e jantar mais arrumado.

Marsaxlokk

Boa escolha para almoço de frutos do mar, especialmente em roteiro pelo sul de Malta.

Sliema e St Julian’s

Maior variedade: comida maltesa, italiana, asiática, bares, pizzarias, brunch e opções rápidas.

O que provar: pastizzi, ftira, coelho à maltesa, bragioli, lampuki quando estiver na época, queijo de Gozo, ensopados, frutos do mar e doces com amêndoas. Para economizar, pastizzi e padarias locais resolvem lanches por pouco dinheiro.

Roteiros prontos em Malta

Roteiro de 3 dias

Dia 1: Valletta, St John’s Co-Cathedral, Grand Master’s Palace, Upper Barrakka Gardens e ferry para Three Cities.

Dia 2: Mdina, Rabat, Catacumbas de São Paulo e Dingli Cliffs no fim da tarde.

Dia 3: Marsaxlokk, St. Peter’s Pool, Blue Grotto e Hagar Qim/Mnajdra.

Roteiro de 5 dias

Dias 1 a 3: faça o roteiro de 3 dias acima.

Dia 4: Blue Lagoon em Comino, com reserva de acesso e ida cedo.

Dia 5: Gozo: Victoria, Citadel, Ggantija, Ramla Bay e Dwejra.

Roteiro de 7 dias

Dias 1 a 5: faça o roteiro de 5 dias sem pressa.

Dia 6: praias do norte: Golden Bay, Ghajn Tuffieha e Mellieha Bay.

Dia 7: Hypogeum, Tarxien, Ghar Dalam ou um dia extra em Gozo.

Melhor época para ir a Malta

A melhor época para visitar Malta é entre abril e junho ou entre setembro e outubro. Nesses meses, o clima costuma ser agradável, os preços são melhores que no pico do verão e dá para aproveitar praias, cidades históricas e passeios ao ar livre com menos sufoco.

Período Como é Vale a pena?
Julho e agosto Muito calor, praias cheias e preços altos. Bom para praia, ruim para quem odeia multidão.
Abril a junho Clima agradável, menos lotação e dias longos. Uma das melhores épocas.
Setembro e outubro Mar ainda agradável e turismo mais controlado. Excelente equilíbrio.
Novembro a março Mais fresco, menos praia e mais foco em história. Bom para economizar e caminhar.

O que levar para Malta

  • Passaporte válido e documentos de hospedagem, passagem de volta e seguro viagem.
  • Seguro viagem Schengen com cobertura adequada.
  • Calçado confortável para pedra, escada e cidades antigas.
  • Protetor solar, boné e óculos escuros.
  • Sapatilha aquática para praias de pedra e piscinas naturais.
  • Adaptador de tomada tipo G, padrão britânico.
  • Reserva antecipada para Blue Lagoon, Hypogeum e atrações disputadas.
  • Cartão internacional e alguns euros em espécie.

Fontes externas e links úteis

Perguntas frequentes sobre Malta

Onde fica Malta?

Malta fica no Mar Mediterrâneo, ao sul da Itália e ao norte da África. O país é formado principalmente pelas ilhas Malta, Gozo e Comino.

Brasileiro precisa de visto para Malta?

Para turismo de curta duração, brasileiros podem entrar no Espaço Schengen por até 90 dias em um período de 180 dias sem visto, desde que cumpram as exigências de entrada. Verifique regras oficiais antes da viagem.

Malta usa euro?

Sim. A moeda de Malta é o euro.

Quantos dias ficar em Malta?

O mínimo recomendado é 3 dias. Com 5 dias, dá para incluir Comino e Gozo. Com 7 dias, a viagem fica mais completa e menos corrida.

Qual é a melhor região para se hospedar em Malta?

Para primeira viagem, Sliema é prática e bem localizada. Valletta é melhor para história e charme. St Julian’s é boa para vida noturna. Mellieha é melhor para praia e família.

Blue Lagoon precisa reservar?

Sim, se você pretende desembarcar e permanecer na área da Blue Lagoon, confira o sistema de reserva gratuita de acesso por horário.

Malta é cara?

Malta pode ser moderada ou cara. Hospedagem e passeios sobem muito no verão. Transporte público, lanches e atrações públicas ajudam a controlar o orçamento.

Vale a pena dormir em Gozo?

Sim. O bate-volta funciona, mas dormir em Gozo permite conhecer a ilha com mais calma, ver o pôr do sol e fugir um pouco do ritmo mais cheio da ilha principal.

Opinião Capixaba da Gema

Na opinião do Capixaba da Gema, Malta é um destino pequeno só no mapa. Na prática, entrega uma viagem enorme: cidade murada, mar transparente, ruína pré-histórica, comida mediterrânea, vilarejo de pescador, ilha quase vazia, praia lotada, igreja barroca, penhasco e pôr do sol no mesmo roteiro.

O erro é tratar Malta como se fosse apenas praia. A força do país está na mistura. Vá para entrar no mar, mas também para caminhar por Valletta, se perder em Mdina, comer em Marsaxlokk, atravessar para Gozo e entender por que uma ilha tão pequena acumulou tanta história.