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Jurema ou Praia da Costa? Onde comer o peroá frito mais crocante e barato do litoral.

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A pergunta “onde tem o melhor peroá?” já acabou com amizades. De um lado, os defensores da tradição da Curva da Jurema. Do outro, a galera de Vila Velha que jura que a Praia da Costa é imbatível. E, correndo por fora, o charme “pé na areia” da Ilha do Boi.

Para resolver (ou piorar) essa briga, atualizamos os preços médios da temporada 2026 e avaliamos o que cada point entrega.

Curva da Jurema (Vitória) – “O Clássico Turístico”


É o templo do peroá em Vitória. Aqui, o peixe frito não é petisco, é instituição.

A Experiência: Quiosques com estrutura de restaurante, banheiros limpos e sombra garantida pelas amendoeiras. O atendimento é rápido, mas o barulho é alto nos fins de semana.

O Peixe: Geralmente é servido o “Peroá Especial”, que vem em uma travessa gigante. A fritura costuma ser padronizada e muito seca (sem óleo pingando).

Preço Médio (2026): Prepare o bolso. Uma porção completa (peixe, fritas, aipim, vinagrete, farofa e banana) para 2 ou 3 pessoas gira em torno de R$ 110,00 a R$ 140,00 nos quiosques mais famosos, como o Kiosque do Alemão ou Pinguim Pescador.

Veredito: Caro, mas não tem erro. É para quem quer conforto.

Praia da Costa (Vila Velha) – “Família e Fartura”


Atravessando a ponte, a disputa é acirrada. Vila Velha ganha na variedade de ofertas.

A Experiência: Há desde quiosques “gourmet” até os mais simples perto da reta da Gil Veloso. O clima é mais familiar e menos “balada” que na Jurema.

O Peixe: Muitos quiosques aqui apostam no tamanho da porção. O Quiosque do Vitalino é famoso (e polêmico pelo preço), mas entrega qualidade. Opções mais em conta, como o Quiosque da Lili (em Itaparica/Itapuã, vizinhas próximas), oferecem ótimo custo-benefício.

Preço Médio (2026): Varia muito. Você encontra porções honestas a partir de R$ 80,00, mas os quiosques “premium” cobram até R$ 150,00 se incluir camarão no combo.

Veredito: Melhor custo-benefício se você pesquisar e fugir dos “famosões”.

Ilha do Boi (Vitória) – “Visual Raiz”


Aqui a proposta é diferente. Na Praia Grande ou na Curva da Direita, o luxo é a paisagem.

A Experiência: Esqueça os garçons de uniforme engomado. Na Ilha, o esquema é quiosque pequeno ou atendimento na areia. Você come olhando para a Terceira Ponte de um ângulo privilegiado, com o pé na água.

O Peixe: Costuma ser mais fresco (a rotatividade é alta) e a apresentação é mais rústica. Menos “enfeite” e mais sabor.

Preço Médio (2026): Ligeiramente mais barato que a Curva da Jurema pela falta de infraestrutura pesada. A porção média sai entre R$ 70,00 e R$ 100,00.

Veredito: Para quem prioriza o visual e não liga de comer em cadeira de plástico ou na canga.

Veja também: Cansou da areia? O roteiro de 6 cervejarias nas montanhas para fugir do calorão no ES.

🍌 A Grande Polêmica: O Acompanhamento
Aqui é onde o capixaba se divide. Todo peroá completo que se preze vem com arroz, batata frita e farofa. Mas e os “extras”?

Banana da Terra Frita: Para o capixaba raiz, é obrigatório. O doce da banana corta o sal do peixe. Para turistas de fora, é “estranho”.

Aipim (Mandioca): O concorrente direto da batata frita. Tem quem ame, tem quem ache pesado demais.

Vinagrete: O fiel escudeiro. Sem ele, o peixe fica seco?

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Queremos saber a verdade das ruas (e das praias). Qual é o melhor lugar para comer Peroá no ES? E qual acompanhamento você TROCARIA por mais peixe? (Vote abaixo: Aipim, Banana ou Vinagrete?)

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Editor

Hilquias Darcley é o criador do Capixaba da Gema, um blog de turismo voltado à divulgação de informações, notícias e conteúdos informativos sobre o Espírito Santo. Não atua como jornalista. Seus textos são baseados em vivência prática, observação pessoal e pesquisa pública, com caráter informativo e opinativo, sem compromisso jurídico, institucional ou editorial.

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