Brasil

50 lugares para viajar no Brasil: um deles fica no Espírito Santo

Guia completo com 50 lugares para viajar no Brasil, incluindo praias, montanhas, cidades históricas, cachoeiras, destinos de natureza e Pedra Azul, no Espírito Santo.

Por · 24 de junho de 2026 · 38 minutos

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Se você está pesquisando onde viajar no Brasil, a resposta honesta é: depende do tipo de experiência que você quer viver. O país tem praia paradisíaca, montanha, floresta, deserto de dunas, cidades históricas, cachoeiras, cânions, ilhas, gastronomia forte e destinos culturais que rivalizam com qualquer roteiro internacional.

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Este guia reúne 50 lugares para viajar no Brasil, com informações práticas sobre como chegar, o que fazer por perto, onde se hospedar, onde comer, melhor época e dicas úteis. A lista inclui destinos famosos, lugares em crescimento e um representante especial do Espírito Santo: Pedra Azul, nas Montanhas Capixabas.

O objetivo deste artigo é funcionar como um conteúdo definitivo para quem quer planejar viagens pelo Brasil com mais clareza. Em vez de apenas listar destinos bonitos, cada lugar traz orientação prática para transformar a ideia em roteiro real.

onde viajar no Brasil
Guia com 50 lugares para viajar no Brasil, incluindo praias, montanhas, cidades históricas, cachoeiras e destinos de natureza.

Resumo rápido: para praia, considere Fernando de Noronha, Maragogi, Porto de Galinhas, Jericoacoara e Arraial do Cabo. Para natureza e aventura, Bonito, Jalapão, Lençóis Maranhenses, Chapada Diamantina e Pantanal são escolhas fortes. Para cultura e história, Salvador, Ouro Preto, Paraty, São Luís e Olinda merecem entrar no roteiro.

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Como escolher onde viajar no Brasil

Antes de decidir onde viajar no Brasil, vale responder três perguntas: você quer descanso ou aventura? Prefere praia, cidade, montanha ou natureza selvagem? Vai viajar em casal, família, amigos ou sozinho?

O Brasil é grande demais para ser tratado como um destino único. Uma viagem para Fernando de Noronha exige orçamento, taxas e planejamento. Já uma viagem para Ouro Preto pode funcionar melhor em feriado prolongado. Bonito pede reserva de passeios. Jalapão pede 4×4. Pedra Azul pede calma, gastronomia e clima de serra.

A melhor escolha é aquela que combina desejo, orçamento, clima, tempo disponível e logística. A lista abaixo ajuda a comparar destinos de forma prática.

Dica editorial: se for sua primeira grande viagem pelo Brasil, escolha um destino com boa estrutura. Se você já viaja bastante, pode arriscar roteiros mais complexos, como Jalapão, Pantanal, Amazônia, Monte Roraima ou Chapada das Mesas.

1. Fernando de Noronha, Pernambuco

Fernando de Noronha é um dos destinos mais desejados do Brasil. O arquipélago combina praias preservadas, mar transparente, vida marinha abundante, trilhas e uma sensação de isolamento que faz a viagem parecer especial desde o desembarque.

Como chegar: de avião, geralmente via Recife ou Natal. Ao chegar, o visitante paga a Taxa de Preservação Ambiental. Para acessar áreas do Parque Nacional Marinho, é necessário ingresso específico.

O que fazer por perto: Baía do Sancho, Baía dos Porcos, Cacimba do Padre, Praia do Leão, Praia do Sueste, Porto de Santo Antônio, trilhas e mergulho.

Hospedagem: Vila dos Remédios é prática para quem quer circular melhor. Floresta Nova e Floresta Velha podem ter pousadas com bom custo-benefício. Pousadas de charme costumam ser caras.

Restaurantes por perto: Vila dos Remédios concentra boas opções. Procure casas de frutos do mar, tapiocas, restaurantes autorais e lugares com vista para o pôr do sol.

Melhor época: agosto a outubro costuma ter mar mais calmo e água mais cristalina. Dezembro a março pode ser melhor para surfistas.

2. Lençóis Maranhenses, Maranhão

Os Lençóis Maranhenses são um dos cenários mais impressionantes do país. Dunas brancas, lagoas de água doce e horizontes abertos criam uma paisagem que parece improvável, especialmente entre junho e setembro.

Como chegar: o caminho mais comum é voar para São Luís e seguir de transfer, van, ônibus ou carro para Barreirinhas. Santo Amaro e Atins também são bases importantes.

O que fazer por perto: Lagoa Bonita, Lagoa Azul, Santo Amaro, Atins, Rio Preguiças, Vassouras, Mandacaru e Caburé.

Hospedagem: Barreirinhas tem mais estrutura. Santo Amaro fica mais perto das lagoas. Atins é mais rústico, charmoso e procurado por quem quer desacelerar.

Restaurantes por perto: em Barreirinhas, busque restaurantes à beira do Rio Preguiças. Em Atins, o camarão grelhado é um clássico local.

Melhor época: junho a setembro, quando as lagoas costumam estar cheias e o clima favorece os passeios.

3. Foz do Iguaçu, Paraná

Foz do Iguaçu é um destino obrigatório para quem quer ver a força da natureza de perto. As Cataratas do Iguaçu impressionam pela escala, pelo som da água e pela experiência nas passarelas.

Como chegar: há voos para o Aeroporto de Foz do Iguaçu. Do aeroporto ao Parque Nacional do Iguaçu, o trajeto é curto de carro, táxi, aplicativo ou transfer.

O que fazer por perto: Cataratas lado brasileiro, Parque das Aves, Macuco Safari, Itaipu, Marco das Três Fronteiras e Cataratas lado argentino.

Hospedagem: o centro tem bom custo-benefício. A Avenida das Cataratas facilita o acesso aos atrativos. Hotéis próximos ao parque são mais exclusivos.

Restaurantes por perto: a cidade tem churrascarias, restaurantes árabes, comida regional, bares e opções próximas ao centro e à Avenida das Cataratas.

Melhor época: o ano inteiro. Com mais chuva, as quedas ficam volumosas. Em períodos secos, a visibilidade das quedas pode ficar mais definida.

4. Amazônia, Amazonas e Pará

A Amazônia é uma viagem de escala, silêncio e imersão. Rio, floresta, comunidades ribeirinhas, igarapés, frutas, peixes e sons noturnos transformam a experiência em algo muito diferente de qualquer roteiro urbano.

Como chegar: Manaus e Belém são as principais portas de entrada. A partir delas, o roteiro segue por barco, lancha, carro ou traslado contratado para lodges e comunidades.

O que fazer por perto: Encontro das Águas, Anavilhanas, igarapés, comunidades ribeirinhas, observação de botos, mercados, trilhas e passeios de barco.

Hospedagem: em Manaus, fique no Centro ou Ponta Negra. Para experiência de selva, escolha lodge com operação responsável e logística clara.

Restaurantes por perto: prove tambaqui, pirarucu, tucupi, tacacá, açaí tradicional, farinhas amazônicas e frutas regionais.

Melhor época: a cheia favorece passeios por áreas alagadas; a seca revela praias de rio e trilhas mais acessíveis.

5. Alter do Chão, Pará

Alter do Chão é conhecido como o “Caribe Amazônico”, mas a comparação é limitada. O lugar tem identidade própria: praias de rio, floresta, barcos, cultura paraense e uma atmosfera amazônica tranquila.

Como chegar: voe para Santarém, no Pará. De lá, siga cerca de 35 km até Alter do Chão de carro, transfer, táxi ou ônibus local.

O que fazer por perto: Ilha do Amor, Floresta Nacional do Tapajós, Canal do Jari, Ponta do Cururu, Lago Verde e comunidades ribeirinhas.

Hospedagem: fique perto da praça central se quiser praticidade. Pousadas mais afastadas entregam mais silêncio e contato com a natureza.

Restaurantes por perto: a praça de Alter concentra restaurantes, bares e lanches. Prove peixe de rio, tacacá, sucos regionais e pratos com tucupi.

Melhor época: agosto a dezembro, quando as praias de rio aparecem com mais força.

6. Pantanal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul

O Pantanal é o destino brasileiro mais forte para observar animais. Araras, tuiuiús, capivaras, jacarés, cervos e, com sorte, onças-pintadas aparecem no roteiro de quem escolhe uma boa fazenda ou pousada pantaneira.

Como chegar: para o Pantanal Sul, use Campo Grande ou Corumbá. Para o Pantanal Norte, use Cuiabá e siga para Poconé ou Transpantaneira.

O que fazer por perto: safári fotográfico, focagem noturna, passeio de barco, cavalgada, observação de aves e visita a fazendas pantaneiras.

Hospedagem: fazendas-hotel são a melhor escolha. Elas normalmente incluem refeições e passeios no pacote.

Restaurantes por perto: a maioria das refeições acontece nas pousadas, com peixe de rio, arroz carreteiro, carne, sopa paraguaia e comida de fazenda.

Melhor época: maio a setembro, período mais seco e melhor para avistar animais.

7. Bonito, Mato Grosso do Sul

Bonito é referência em ecoturismo organizado no Brasil. Rios cristalinos, flutuações, cachoeiras, grutas e balneários fazem do destino uma escolha certeira para quem gosta de natureza com estrutura.

Como chegar: há aeroporto em Bonito com oferta variável de voos. Outra opção é voar para Campo Grande e seguir de carro, ônibus ou transfer.

O que fazer por perto: Rio da Prata, Aquário Natural, Gruta do Lago Azul, Boca da Onça, Estância Mimosa, Abismo Anhumas e Balneário Municipal.

Hospedagem: o centro é prático para restaurantes e agências. Pousadas afastadas podem ser melhores para quem quer silêncio.

Restaurantes por perto: o centro tem restaurantes de peixe, carne de jacaré, pratos regionais, sorveterias e bares.

Melhor época: maio a setembro tem menos chuva e boa visibilidade. Reserve passeios com antecedência, pois muitos têm vagas limitadas por voucher.

8. Nobres, Mato Grosso

Nobres é uma alternativa interessante para quem busca águas cristalinas no Centro-Oeste com clima mais rústico. O destino ainda tem uma estrutura menos sofisticada que Bonito, mas entrega experiências muito bonitas.

Como chegar: voe para Cuiabá e siga de carro para Bom Jardim, distrito usado como principal base turística para os passeios.

O que fazer por perto: Aquário Encantado, Reino Encantado, Rio Triste, Lagoa das Araras, Cachoeira Serra Azul e boia-cross.

Hospedagem: Bom Jardim tem pousadas simples e funcionais. Cuiabá serve como base para uma noite antes ou depois do roteiro.

Restaurantes por perto: espere comida caseira, pratos regionais e refeições simples nas pousadas ou no centrinho de Bom Jardim.

Melhor época: seca, entre maio e setembro, costuma facilitar o acesso e melhorar a visibilidade da água.

9. Chapada dos Veadeiros, Goiás

A Chapada dos Veadeiros reúne cachoeiras, cânions, formações rochosas, céu estrelado e uma energia muito própria. É um dos destinos mais completos para quem gosta de trilha e banho de cachoeira.

Como chegar: voe para Brasília e siga de carro para Alto Paraíso, São Jorge ou Cavalcante. Ter carro facilita muito o roteiro.

O que fazer por perto: Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Vale da Lua, Santa Bárbara, Capivara, Catarata dos Couros, Almécegas e Loquinhas.

Hospedagem: Alto Paraíso tem mais estrutura. São Jorge é mais perto do parque. Cavalcante é melhor para Santa Bárbara e cachoeiras quilombolas.

Restaurantes por perto: Alto Paraíso e São Jorge têm restaurantes naturais, pizzarias, bares, cafés e comida regional.

Melhor época: maio a setembro, na seca. Na temporada de chuva, cachoeiras ficam volumosas, mas há risco de tromba d’água.

10. Jalapão, Tocantins

O Jalapão é um destino de aventura, estrada de terra, fervedouros, dunas douradas, cachoeiras e comunidades tradicionais. É ideal para quem quer uma viagem diferente e aceita menos conforto em troca de paisagens únicas.

Como chegar: voe para Palmas e siga com agência em veículo 4×4. Fazer por conta própria exige experiência, planejamento e carro adequado.

O que fazer por perto: Fervedouro Bela Vista, Fervedouro do Ceiça, Cachoeira da Formiga, Dunas do Jalapão, Serra do Espírito Santo e Comunidade Mumbuca.

Hospedagem: Mateiros, São Félix e Ponte Alta têm pousadas simples. Muitos pacotes já incluem hospedagem e alimentação.

Restaurantes por perto: espere comida caseira, galinha caipira, arroz, feijão, peixe, mandioca e refeições combinadas com o roteiro.

Melhor época: maio a setembro, quando as estradas costumam estar em melhores condições.

11. Chapada Diamantina, Bahia

A Chapada Diamantina é um dos melhores destinos de natureza do Brasil. Cachoeiras, grutas, poços de água azul, morros, vales e vilas charmosas formam um roteiro completo.

Como chegar: o acesso comum é por Salvador, seguindo de carro, ônibus ou voo regional quando disponível para Lençóis.

O que fazer por perto: Morro do Pai Inácio, Poço Azul, Poço Encantado, Cachoeira da Fumaça, Ribeirão do Meio, Vale do Pati, Mucugê e Igatu.

Hospedagem: Lençóis tem mais estrutura. Vale do Capão é alternativo. Mucugê é charmosa e tranquila.

Restaurantes por perto: Lençóis tem bons restaurantes no centro histórico. No Capão, há cafés, restaurantes naturais e comida caseira.

Melhor época: abril a outubro costuma ser mais favorável para trilhas, mas o volume das cachoeiras varia.

12. Chapada das Mesas, Maranhão

A Chapada das Mesas é um destino ainda menos explorado do que deveria. Cachoeiras de água azul, formações rochosas, rios e mirantes fazem da região uma das grandes apostas do ecoturismo no Maranhão.

Como chegar: a base principal é Carolina, no Maranhão. O acesso pode ser feito por Imperatriz, com deslocamento de carro ou transfer.

O que fazer por perto: Complexo da Pedra Caída, Encanto Azul, Poço Azul, Portal da Chapada, Cachoeira de São Romão e Cachoeira da Prata.

Hospedagem: Carolina tem pousadas e hotéis simples. Ficar perto do centro facilita alimentação e saída dos passeios.

Restaurantes por perto: há restaurantes regionais, peixes, comida caseira e opções simples no centro de Carolina.

Melhor época: maio a setembro, com menos chuva e melhor acesso às cachoeiras.

13. Serra da Capivara, Piauí

A Serra da Capivara é um dos destinos mais importantes do Brasil para quem gosta de história, arqueologia e paisagem. O parque reúne sítios arqueológicos, pinturas rupestres, formações rochosas e uma narrativa profunda sobre a ocupação humana nas Américas.

Como chegar: a base é São Raimundo Nonato, no Piauí. O acesso pode ser feito por Petrolina, Teresina ou voos regionais conforme disponibilidade.

O que fazer por perto: Parque Nacional Serra da Capivara, Museu do Homem Americano, Museu da Natureza, Boqueirão da Pedra Furada e trilhas guiadas.

Hospedagem: São Raimundo Nonato tem hotéis e pousadas funcionais. Escolha local com boa logística para contratar guia e transporte.

Restaurantes por perto: comida nordestina, pratos simples, carne de sol, bode, galinha caipira e restaurantes familiares no centro.

Melhor época: meses mais secos facilitam trilhas, mas o calor é forte. Leve proteção solar e água.

14. Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro segue sendo uma das respostas mais fortes para quem pergunta onde viajar no Brasil. A cidade mistura praia, montanha, floresta, música, arquitetura e vida urbana como poucos lugares no mundo.

Como chegar: pelos aeroportos Santos Dumont e Galeão, além de ônibus e carro a partir de várias cidades do Sudeste.

O que fazer por perto: Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Copacabana, Ipanema, Jardim Botânico, Parque Lage, Santa Teresa, Lapa e Museu do Amanhã.

Hospedagem: Ipanema e Leblon são mais caros. Copacabana tem muitas opções. Botafogo, Flamengo e Catete podem oferecer bom custo-benefício.

Restaurantes por perto: botequins, churrascarias, restaurantes de frutos do mar, casas de samba, cafés e bares de praia.

Melhor época: abril, maio, setembro e outubro costumam equilibrar clima bom e menor lotação.

15. Paraty, Rio de Janeiro

Paraty é uma combinação rara de centro histórico preservado, mar, ilhas, cachoeiras, mata atlântica e boa gastronomia. É uma viagem que funciona para casal, família e roteiro cultural.

Como chegar: de carro ou ônibus a partir do Rio de Janeiro e São Paulo. A estrada Rio-Santos é a principal referência.

O que fazer por perto: centro histórico, passeio de escuna, Praia do Sono, Trindade, cachoeiras, alambiques e rota gastronômica.

Hospedagem: ficar no centro histórico é charmoso e prático, mas pode ser caro. Pousadas fora do centro podem ser mais silenciosas.

Restaurantes por perto: o centro histórico concentra restaurantes autorais, comida caiçara, frutos do mar, cafés e bares.

Melhor época: abril a junho e setembro a novembro, evitando excesso de chuva e lotação.

16. Ilha Grande, Rio de Janeiro

Ilha Grande é um destino para quem quer praia, trilha, barco e natureza sem carros. A ilha tem praias famosas, mata atlântica, vilas simples e um ritmo que favorece ficar mais tempo.

Como chegar: o acesso é por barco a partir de Angra dos Reis, Conceição de Jacareí ou Mangaratiba. A Vila do Abraão é a principal base.

O que fazer por perto: Lopes Mendes, Lagoa Azul, Lagoa Verde, Dois Rios, Praia do Aventureiro, trilhas e passeios de lancha.

Hospedagem: Vila do Abraão tem mais estrutura. Araçatiba e Aventureiro são opções mais rústicas e tranquilas.

Restaurantes por perto: Abraão tem restaurantes de praia, pizzarias, bares, frutos do mar e comida caseira.

Melhor época: abril a junho e setembro a novembro, com clima agradável e menor lotação.

17. Arraial do Cabo, Rio de Janeiro

Arraial do Cabo é famoso pelo mar azul intenso, areias claras e passeios de barco. É uma das melhores opções de praia no Sudeste para quem quer água bonita sem sair do Brasil.

Como chegar: por carro ou ônibus a partir do Rio de Janeiro. Também é possível voar para Cabo Frio em algumas épocas e seguir por via terrestre.

O que fazer por perto: Praia do Farol, Prainhas do Pontal do Atalaia, Praia do Forno, Praia Grande, mergulho e passeio de barco.

Hospedagem: centro e Praia dos Anjos são práticos para passeios de barco. Pontal do Atalaia oferece vista, mas exige mais deslocamento.

Restaurantes por perto: Praia dos Anjos e centro têm bares, restaurantes de frutos do mar, pizzarias e lanchonetes.

Melhor época: abril, maio, setembro e outubro. No verão, lota bastante.

18. Búzios, Rio de Janeiro

Búzios é um clássico da Região dos Lagos, com praias variadas, vida noturna, pousadas charmosas e uma estrutura turística muito consolidada.

Como chegar: de carro ou ônibus a partir do Rio de Janeiro. Também é possível combinar com Cabo Frio e Arraial do Cabo.

O que fazer por perto: Rua das Pedras, Orla Bardot, Praia de Geribá, João Fernandes, Ferradura, Azeda, Azedinha e passeios de barco.

Hospedagem: centro é prático para sair à noite. Geribá combina bem com praia. João Fernandes tem muitas pousadas com vista.

Restaurantes por perto: Rua das Pedras e Orla Bardot concentram restaurantes, bares, frutos do mar, massas e gastronomia internacional.

Melhor época: abril a junho e setembro a novembro, com menos lotação.

19. São Paulo, São Paulo

São Paulo é o melhor destino urbano do Brasil para gastronomia, museus, shows, compras, eventos e vida cultural. É menos contemplativa que outros destinos, mas muito forte para quem gosta de cidade grande.

Como chegar: pelos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos, além de ônibus e carro por grandes rodovias.

O que fazer por perto: Avenida Paulista, MASP, Pinacoteca, Liberdade, Vila Madalena, Ibirapuera, Mercado Municipal e centros gastronômicos.

Hospedagem: Paulista, Jardins, Paraíso, Pinheiros e Vila Madalena funcionam bem para turistas.

Restaurantes por perto: São Paulo tem de tudo: comida japonesa, italiana, árabe, nordestina, autoral, bares premiados e padarias tradicionais.

Melhor época: o ano todo, mas evite depender de carro em dias de trânsito extremo ou grandes eventos.

20. Campos do Jordão, São Paulo

Campos do Jordão é um dos destinos de inverno mais conhecidos do Brasil. A cidade combina clima frio, arquitetura alpina, restaurantes, pousadas e passeios de montanha.

Como chegar: de carro a partir de São Paulo, pela região do Vale do Paraíba. Ônibus também conectam a cidade a São Paulo e outras bases.

O que fazer por perto: Capivari, Morro do Elefante, Parque Amantikir, Horto Florestal, cervejarias, chocolaterias e passeios de bonde.

Hospedagem: Capivari é prático e caro. Bairros próximos oferecem pousadas mais tranquilas e bom custo-benefício.

Restaurantes por perto: fondue, carnes, massas, chocolates, cafeterias e cervejarias são os destaques.

Melhor época: inverno para frio e movimento. Primavera e outono são bons para menos lotação.

21. Ouro Preto, Minas Gerais

Ouro Preto é uma das cidades históricas mais importantes do Brasil. Igrejas barrocas, ladeiras, museus, casarões e vistas de montanha fazem o destino valer pelo patrimônio e pela atmosfera.

Como chegar: o acesso mais comum é por Belo Horizonte, seguindo de carro ou ônibus até Ouro Preto.

O que fazer por perto: Praça Tiradentes, Igreja de São Francisco de Assis, Museu da Inconfidência, minas abertas à visitação, Mariana e Lavras Novas.

Hospedagem: ficar no centro histórico facilita caminhar, mas prepare-se para ladeiras. Pousadas em casarões oferecem experiência mais charmosa.

Restaurantes por perto: comida mineira, cafés, bares estudantis, doces, queijos e restaurantes no entorno da Praça Tiradentes.

Melhor época: abril a setembro costuma ter clima mais seco e agradável.

22. Tiradentes, Minas Gerais

Tiradentes é pequena, charmosa e muito forte para casais, gastronomia e fim de semana cultural. O centro histórico é bonito, caminhável e cheio de bons restaurantes.

Como chegar: o acesso mais comum é por Belo Horizonte ou São João del-Rei, de carro ou ônibus.

O que fazer por perto: centro histórico, Igreja Matriz de Santo Antônio, passeio de maria-fumaça até São João del-Rei, Bichinho e Serra de São José.

Hospedagem: pousadas no centro são práticas e românticas. Fora do centro, há opções mais silenciosas com vista para a serra.

Restaurantes por perto: Tiradentes é ótima para comer bem: comida mineira, cozinha autoral, cafés, doces, queijos e restaurantes premiados.

Melhor época: outono e inverno combinam com o clima da cidade. Eventos gastronômicos aumentam os preços.

23. Capitólio e Serra da Canastra, Minas Gerais

Capitólio ficou famoso pelos cânions e passeios de lancha no Lago de Furnas. A Serra da Canastra, mais rústica, complementa a viagem com cachoeiras, queijo, estradas de terra e paisagens de cerrado.

Como chegar: de carro a partir de Belo Horizonte, Ribeirão Preto ou Franca. Ter carro é essencial para explorar bem a região.

O que fazer por perto: cânions de Furnas, Lago de Furnas, Mirante dos Canyons, Cachoeira Lagoa Azul, São Roque de Minas e Parque Nacional da Serra da Canastra.

Hospedagem: Capitólio é boa base para o lago. São Roque de Minas é melhor para Canastra e queijo.

Restaurantes por perto: comida mineira, peixe, queijos da Canastra, doces e restaurantes simples de estrada.

Melhor época: maio a setembro, com menos chuva e estradas mais previsíveis.

24. Salvador, Bahia

Salvador é uma das cidades mais fortes do Brasil em cultura, música, fé, história, comida e identidade. É destino para ver, ouvir, comer e sentir.

Como chegar: pelo Aeroporto de Salvador, com voos de várias capitais. Do aeroporto, siga de carro, táxi, aplicativo ou transfer para a região de hospedagem.

O que fazer por perto: Pelourinho, Elevador Lacerda, Mercado Modelo, Igreja do Bonfim, Farol da Barra, Rio Vermelho e praias urbanas.

Hospedagem: Barra é prática para turismo. Rio Vermelho é bom para noite e restaurantes. Pelourinho tem charme, mas exige atenção à logística.

Restaurantes por perto: acarajé, moqueca baiana, bobó, comida de terreiro, bares no Rio Vermelho e restaurantes com vista para a Baía de Todos-os-Santos.

Melhor época: setembro a março tem clima forte de verão e festas. Para menos lotação, evite Carnaval se não for esse seu objetivo.

25. Morro de São Paulo e Boipeba, Bahia

Morro de São Paulo e Boipeba oferecem dois estilos de viagem. Morro tem mais estrutura e movimento. Boipeba é mais tranquila, rústica e perfeita para quem quer desacelerar.

Como chegar: saindo de Salvador, há catamarã, transfer semi-terrestre ou combinações com barco e carro. Para Boipeba, a logística exige mais etapas.

O que fazer por perto: Primeira, Segunda, Terceira e Quarta Praia em Morro; Moreré, Bainema, Boca da Barra e piscinas naturais em Boipeba.

Hospedagem: em Morro, Segunda Praia é mais animada; Quarta Praia é mais tranquila. Em Boipeba, Velha Boipeba e Moreré são boas bases.

Restaurantes por perto: frutos do mar, moquecas, lagosta, peixes, bares de praia e restaurantes simples com clima baiano.

Melhor época: setembro a março para mais sol. Evite períodos de chuva se quiser praia todos os dias.

26. Itacaré, Bahia

Itacaré mistura praias, mata atlântica, surf, cachoeiras e vida noturna leve. É um destino jovem, bonito e com bastante personalidade no litoral sul da Bahia.

Como chegar: voe para Ilhéus e siga de carro, ônibus ou transfer até Itacaré. A estrada é relativamente curta e bonita.

O que fazer por perto: Praia da Concha, Resende, Tiririca, Ribeira, Prainha, Jeribucaçu, Itacarezinho e cachoeiras da região.

Hospedagem: centro e Pituba são práticos para sair à noite. Pousadas perto da Praia da Concha funcionam bem para famílias.

Restaurantes por perto: Rua da Pituba concentra bares, pizzarias, comida baiana, restaurantes naturais e frutos do mar.

Melhor época: agosto a março costuma favorecer praia, mas Itacaré pode ter chuva em diferentes épocas.

27. Trancoso e Caraíva, Bahia

Trancoso e Caraíva formam um roteiro desejado no sul da Bahia. Trancoso é mais sofisticado. Caraíva é mais rústica, pé na areia e sem carros no centro da vila.

Como chegar: voe para Porto Seguro. De lá, siga de carro, transfer ou ônibus. Para Caraíva, há travessia de canoa no trecho final.

O que fazer por perto: Quadrado de Trancoso, Praia dos Nativos, Praia do Espelho, Rio Caraíva, Praia de Satu e passeio de buggy.

Hospedagem: em Trancoso, ficar perto do Quadrado facilita a noite. Em Caraíva, escolha pousadas próximas à vila ou à praia conforme seu estilo.

Restaurantes por perto: Trancoso tem restaurantes sofisticados. Caraíva tem bares de praia, comida baiana, beiju, peixe e forró à noite.

Melhor época: setembro a março. Réveillon e janeiro são caros e lotados.

28. Praia do Forte, Bahia

Praia do Forte é uma das melhores opções da Bahia para quem quer praia com estrutura, boa gastronomia, resorts, pousadas e programas para família.

Como chegar: fica no litoral norte da Bahia, a cerca de 1h30 de Salvador, com acesso por carro, transfer ou excursão.

O que fazer por perto: Projeto Tamar, piscinas naturais, Castelo Garcia D’Ávila, Imbassaí, Guarajuba e praias do litoral norte.

Hospedagem: a vila tem pousadas e hotéis. Resorts ficam em áreas próximas e funcionam bem para famílias.

Restaurantes por perto: a vila tem restaurantes de frutos do mar, sorveterias, cafés, pizzarias e comida baiana.

Melhor época: setembro a março, com mais chance de sol. Veja a tábua de marés para piscinas naturais.

29. Porto de Galinhas, Pernambuco

Porto de Galinhas é um dos destinos de praia mais populares do Brasil. Piscinas naturais, jangadas, resorts e boa estrutura fazem do local uma escolha segura para famílias e casais.

Como chegar: voe para Recife e siga de carro, transfer, ônibus ou táxi até Porto de Galinhas, em Ipojuca.

O que fazer por perto: piscinas naturais, Praia de Muro Alto, Maracaípe, Pontal de Maracaípe, passeio de buggy e bate-volta para Carneiros.

Hospedagem: centro é prático para restaurantes e piscinas naturais. Muro Alto concentra resorts. Maracaípe é mais rústica e boa para surf.

Restaurantes por perto: o centrinho tem restaurantes regionais, frutos do mar, tapiocas, sorveterias e bares.

Melhor época: setembro a março, com atenção à maré baixa para piscinas naturais.

30. Maragogi, Alagoas

Maragogi é famosa pelas galés e pelo mar claro em dias de maré baixa. É um destino de praia com apelo forte para quem quer piscinas naturais e visual caribenho no Nordeste.

Como chegar: o acesso pode ser feito por Recife ou Maceió, de carro, transfer ou ônibus. A distância é parecida a partir das duas capitais.

O que fazer por perto: galés, Praia de Antunes, Barra Grande, Ponta de Mangue, São Bento e passeio de buggy.

Hospedagem: centro facilita passeios. Praias como Antunes e Ponta de Mangue oferecem visual mais bonito e pousadas charmosas.

Restaurantes por perto: frutos do mar, peixes, tapiocas, restaurantes de praia e comida nordestina no centro e nas praias.

Melhor época: outubro a março, sempre conferindo a tábua de marés.

31. São Miguel dos Milagres, Alagoas

São Miguel dos Milagres é um destino para quem busca praia bonita, pousadas charmosas, mar calmo e ritmo lento. Faz parte da chamada Rota Ecológica de Alagoas.

Como chegar: voe para Maceió ou Recife e siga de carro ou transfer. Ter carro ajuda a circular entre praias e vilas.

O que fazer por perto: Praia do Toque, Porto da Rua, Praia do Patacho, Tatuamunha, passeio às piscinas naturais e observação do peixe-boi.

Hospedagem: pousadas boutique são o ponto forte. Para economizar, procure hospedagens em Porto da Rua ou fora da beira-mar.

Restaurantes por perto: muitos restaurantes funcionam dentro de pousadas. Reserve antes em alta temporada.

Melhor época: setembro a março, com mar mais bonito e menos chuva.

32. Recife e Olinda, Pernambuco

Recife e Olinda formam uma das combinações culturais mais fortes do Nordeste. Recife entrega museus, pontes, gastronomia e vida urbana. Olinda entrega ladeiras, igrejas, ateliês e Carnaval histórico.

Como chegar: pelo Aeroporto do Recife. Olinda fica próxima e pode ser visitada de carro, táxi, aplicativo ou passeio guiado.

O que fazer por perto: Recife Antigo, Instituto Ricardo Brennand, Marco Zero, Oficina Brennand, Alto da Sé, igrejas de Olinda e museus.

Hospedagem: Boa Viagem é prática para Recife. Recife Antigo é interessante para quem quer cultura. Olinda é charmosa para pousadas históricas.

Restaurantes por perto: bolo de rolo, tapioca, carne de sol, frutos do mar, comida regional e bares no Recife Antigo.

Melhor época: o ano todo. Carnaval é intenso, caro e lotado, mas culturalmente muito forte.

33. Jericoacoara, Ceará

Jericoacoara mistura vila de areia, dunas, lagoas, mar, pôr do sol e vida noturna. É turística, mas ainda tem um charme forte quando o visitante escolhe bem a época e evita roteiro corrido.

Como chegar: voe para Jericoacoara ou Fortaleza. A partir dali, siga de transfer, jardineira ou veículo autorizado para a vila.

O que fazer por perto: Duna do Pôr do Sol, Pedra Furada, Lagoa do Paraíso, Lagoa Azul, Tatajuba, Mangue Seco e passeios de buggy.

Hospedagem: centro da vila é prático. Pousadas mais afastadas podem ser mais silenciosas. Hotéis de charme são comuns.

Restaurantes por perto: a vila tem restaurantes de frutos do mar, pizzarias, bares, creperias, comida nordestina e cozinha internacional.

Melhor época: julho a dezembro costuma ter clima seco. Para windsurf e kitesurf, os ventos são mais fortes em parte desse período.

34. Canoa Quebrada, Ceará

Canoa Quebrada é famosa pelas falésias vermelhas, praia ampla e clima descontraído. É uma boa opção para combinar com Fortaleza ou fazer roteiro pelo litoral cearense.

Como chegar: fica em Aracati, a cerca de 160 km de Fortaleza. O acesso pode ser feito de carro, ônibus, transfer ou passeio bate-volta.

O que fazer por perto: falésias, passeio de buggy, Broadway, pôr do sol nas dunas, praia de Majorlândia e Ponta Grossa.

Hospedagem: fique perto da Broadway se quiser noite e restaurantes. Pousadas próximas à praia oferecem mais visual.

Restaurantes por perto: a Broadway concentra bares, restaurantes, pizzarias, frutos do mar e música ao vivo em alguns períodos.

Melhor época: julho a janeiro costuma ter melhor clima e menos chuva.

35. Pipa, Rio Grande do Norte

Pipa é um dos destinos de praia mais charmosos do Nordeste. Falésias, golfinhos, praias bonitas, bares, pousadas e vida noturna criam uma viagem completa.

Como chegar: voe para Natal e siga de carro, ônibus ou transfer até Pipa, no município de Tibau do Sul.

O que fazer por perto: Baía dos Golfinhos, Praia do Amor, Chapadão, Praia do Madeiro, Tibau do Sul e passeio de barco ou quadriciclo.

Hospedagem: centro é prático para restaurantes e noite. Praia do Amor e Madeiro funcionam melhor para quem quer vista e praia.

Restaurantes por perto: Pipa tem gastronomia acima da média: frutos do mar, comida regional, bares, restaurantes autorais e cafés.

Melhor época: setembro a janeiro costuma ter menos chuva e boa experiência de praia.

36. Natal e Genipabu, Rio Grande do Norte

Natal é uma base prática para quem quer praia, dunas, passeios de buggy e boa estrutura urbana. Genipabu é um dos passeios mais famosos, com dunas, lagoas e visual de cartão-postal.

Como chegar: voe para o Aeroporto de Natal e siga de carro, transfer ou aplicativo até Ponta Negra ou outra região de hospedagem.

O que fazer por perto: Ponta Negra, Morro do Careca, Genipabu, litoral norte, litoral sul, Maracajaú e São Miguel do Gostoso em roteiro maior.

Hospedagem: Ponta Negra é a região mais prática para turistas, com hotéis, bares e restaurantes.

Restaurantes por perto: camarão, frutos do mar, carne de sol, tapioca, bares em Ponta Negra e restaurantes com vista para o mar.

Melhor época: setembro a janeiro tende a ter clima mais seco e favorável para praia.

37. São Luís e Alcântara, Maranhão

São Luís é uma capital de forte patrimônio histórico, azulejos, reggae, cultura popular e gastronomia. Alcântara, do outro lado da baía, complementa o roteiro com ruínas, história e atmosfera de cidade antiga.

Como chegar: voe para São Luís. Para Alcântara, faça a travessia de barco conforme a maré e as condições do dia.

O que fazer por perto: centro histórico, Casa do Maranhão, Palácio dos Leões, Praia do Calhau, Alcântara e festas populares.

Hospedagem: áreas próximas à Ponta d’Areia, Calhau e centro podem funcionar dependendo do perfil da viagem.

Restaurantes por perto: arroz de cuxá, peixe frito, torta de camarão, caranguejo, juçara e restaurantes regionais.

Melhor época: junho é forte por causa das festas juninas; para combinar com Lençóis, junho a setembro é excelente.

38. Belém e Ilha do Combu, Pará

Belém é uma das melhores cidades do Brasil para comer. A capital paraense tem mercados, rios, ilhas, cultura amazônica e uma cozinha que impressiona pela identidade.

Como chegar: voe para Belém. Para a Ilha do Combu, use barcos que saem de pontos próximos à cidade, conforme operação local.

O que fazer por perto: Ver-o-Peso, Estação das Docas, Mangal das Garças, Basílica de Nazaré, Ilha do Combu e passeios de barco.

Hospedagem: Umarizal, Nazaré, Batista Campos e regiões centrais funcionam bem para turismo e gastronomia.

Restaurantes por perto: tacacá, pato no tucupi, maniçoba, açaí paraense, peixes amazônicos, chocolates do Combu e restaurantes autorais.

Melhor época: o ano todo, mas outubro tem força especial por causa do Círio de Nazaré.

39. Ilha de Marajó, Pará

A Ilha de Marajó é um destino diferente, com búfalos, praias de rio, cultura marajoara, cerâmica, fazendas e uma paisagem que mistura campos, água e Amazônia.

Como chegar: saindo de Belém, faça a travessia por barco ou ferry para Soure ou Salvaterra, conforme disponibilidade e horário.

O que fazer por perto: Praia do Pesqueiro, Barra Velha, Joanes, fazendas, ateliês de cerâmica, passeios com búfalos e comunidades locais.

Hospedagem: Soure é a base mais usada por turistas. Salvaterra pode ser alternativa mais tranquila.

Restaurantes por perto: queijo do Marajó, carne de búfalo, peixe, camarão, açaí e comida paraense aparecem em restaurantes simples e familiares.

Melhor época: julho a dezembro, com menor volume de chuva e melhor circulação.

40. Gramado e Canela, Rio Grande do Sul

Gramado e Canela são destinos fortes para casais, famílias e quem gosta de clima frio, parques temáticos, gastronomia, chocolate e hospedagens confortáveis.

Como chegar: use aeroportos da região, como Porto Alegre ou Caxias do Sul, conforme disponibilidade, e siga de carro, ônibus ou transfer para a Serra Gaúcha.

O que fazer por perto: Lago Negro, Rua Coberta, Mini Mundo, Catedral de Pedra, parques de Canela, vinícolas e passeios rurais.

Hospedagem: centro de Gramado é prático e caro. Canela pode oferecer melhor custo-benefício e boa localização.

Restaurantes por perto: fondue, café colonial, churrasco, galeterias, chocolates, massas e restaurantes temáticos.

Melhor época: inverno para frio; Natal Luz para experiência temática; outono para clima agradável.

41. Bento Gonçalves e Vale dos Vinhedos, Rio Grande do Sul

Bento Gonçalves é o principal destino de enoturismo do Brasil. Vinícolas, paisagens rurais, gastronomia italiana e hospedagens charmosas tornam o Vale dos Vinhedos uma viagem muito agradável.

Como chegar: o acesso pode ser feito por Caxias do Sul ou Porto Alegre, seguindo de carro até Bento Gonçalves.

O que fazer por perto: Vale dos Vinhedos, Caminhos de Pedra, Maria Fumaça, vinícolas, degustações e restaurantes coloniais.

Hospedagem: hotéis no centro são práticos. Pousadas no Vale dos Vinhedos oferecem experiência mais romântica.

Restaurantes por perto: comida italiana, galeto, massas, risotos, queijos, embutidos, vinhos e experiências harmonizadas nas vinícolas.

Melhor época: vindima, no verão, é especial para experiências ligadas à colheita da uva. Outono e inverno também são ótimos para vinho.

42. Cambará do Sul, Rio Grande do Sul

Cambará do Sul é a base dos cânions mais impressionantes do Sul do Brasil. Itaimbezinho e Fortaleza entregam paisagens dramáticas, trilhas e vistas que mudam com a neblina.

Como chegar: de carro a partir de Porto Alegre, Caxias do Sul ou Gramado. As estradas podem exigir atenção em dias de chuva e neblina.

O que fazer por perto: Cânion Itaimbezinho, Cânion Fortaleza, trilhas, mirantes, cavalgadas e passeios rurais.

Hospedagem: pousadas no centro são práticas. Hospedagens rurais entregam mais clima de serra e silêncio.

Restaurantes por perto: comida campeira, parrilla, massas, cafés e restaurantes simples no centro de Cambará.

Melhor época: abril a setembro costuma ter clima mais interessante, mas a neblina pode aparecer em qualquer época.

43. Florianópolis, Santa Catarina

Florianópolis é uma ilha com muitas versões: surf, trilhas, lagoas, beach clubs, vilas açorianas, frutos do mar e praias tranquilas. É um destino versátil para diferentes estilos de viajante.

Como chegar: pelo Aeroporto de Florianópolis, de carro pela BR-101 ou ônibus a partir de cidades do Sul e Sudeste.

O que fazer por perto: Lagoa da Conceição, Joaquina, Campeche, Jurerê, Santo Antônio de Lisboa, Ribeirão da Ilha, trilhas e Ilha do Campeche.

Hospedagem: Lagoa da Conceição é central para circular. Jurerê é mais sofisticado. Campeche combina praia e acesso ao sul da ilha.

Restaurantes por perto: frutos do mar, ostras, comida açoriana, bares da Lagoa, restaurantes no Ribeirão da Ilha e cafés em Santo Antônio de Lisboa.

Melhor época: verão para praia, mas março, abril, outubro e novembro podem ser mais agradáveis e menos lotados.

44. Urubici, Santa Catarina

Urubici é um destino de serra, frio, cachoeiras, mirantes, cânions e pousadas charmosas. É uma das melhores escolhas para quem quer natureza no interior de Santa Catarina.

Como chegar: de carro a partir de Florianópolis, Lages ou outras cidades catarinenses. As estradas de serra pedem atenção.

O que fazer por perto: Morro da Igreja, Pedra Furada, Serra do Corvo Branco, Cascata do Avencal, cachoeiras e cânions.

Hospedagem: cabanas e pousadas com lareira são o ponto forte. Ficar perto do centro facilita restaurantes, mas hospedagens rurais têm mais charme.

Restaurantes por perto: fondue, truta, carnes, cafés coloniais, comida serrana e restaurantes familiares.

Melhor época: inverno para frio; primavera e outono para paisagem bonita e clima mais equilibrado.

45. Ilha do Mel, Paraná

A Ilha do Mel é uma boa resposta para quem quer viajar no Brasil com clima simples, trilhas, praias, pousadas rústicas e pouco movimento de carros.

Como chegar: o acesso é por barco a partir de Pontal do Sul ou Paranaguá. A ilha tem controle de visitantes e estrutura simples.

O que fazer por perto: Encantadas, Farol das Conchas, Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, Praia de Fora e trilhas.

Hospedagem: Encantadas é prática e rústica. Nova Brasília facilita acesso ao farol e à fortaleza.

Restaurantes por perto: pousadas e vilas têm restaurantes simples, frutos do mar, bares e lanches.

Melhor época: verão para praia, mas primavera e outono podem ser mais tranquilos.

46. Curitiba, Paraná

Curitiba é uma das cidades mais organizadas para turismo urbano no Brasil. Parques, museus, cafés, bairros culturais e bate-voltas tornam a capital uma viagem prática e agradável.

Como chegar: pelo Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, além de ônibus e carro por rodovias do Sul e Sudeste.

O que fazer por perto: Jardim Botânico, Museu Oscar Niemeyer, Ópera de Arame, Parque Tanguá, Santa Felicidade e passeio de trem para Morretes.

Hospedagem: Batel é confortável e gastronômico. Centro Cívico e região central facilitam deslocamentos.

Restaurantes por perto: Santa Felicidade é famosa pela comida italiana. Batel tem bares, cafés, restaurantes autorais e boa vida noturna.

Melhor época: o ano todo, mas leve casaco. O clima pode mudar rápido.

47. Brasília, Distrito Federal

Brasília é uma viagem de arquitetura, urbanismo, política, céu aberto e bons restaurantes. A cidade fica ainda melhor quando o visitante entende que ela não funciona como centro histórico tradicional.

Como chegar: pelo Aeroporto de Brasília, um dos mais conectados do país. Carro ou aplicativo ajudam bastante nos deslocamentos.

O que fazer por perto: Esplanada dos Ministérios, Catedral, Congresso Nacional, Pontão do Lago Sul, Torre de TV, Memorial JK e Parque da Cidade.

Hospedagem: Setor Hoteleiro Norte e Sul são práticos. Lago Sul e Asa Norte funcionam bem para quem quer mais gastronomia e vida local.

Restaurantes por perto: Brasília tem ótima cena gastronômica, com restaurantes autorais, bares, cafés, churrascarias e cozinha internacional.

Melhor época: maio a setembro, na seca, com céu bonito e menos chuva.

48. Caldas Novas e Rio Quente, Goiás

Caldas Novas e Rio Quente são destinos de águas termais, parques aquáticos e resorts. É uma escolha forte para famílias, especialmente com crianças.

Como chegar: há aeroporto em Caldas Novas com oferta variável. Também é comum ir de carro a partir de Brasília, Goiânia ou cidades do Sudeste.

O que fazer por perto: parques aquáticos, águas termais, Lago Corumbá, Hot Park, clubes e resorts com piscinas quentes.

Hospedagem: resorts e hotéis com parques internos são práticos para famílias. Apart-hotéis podem reduzir custo.

Restaurantes por perto: muitos hotéis incluem refeições. No centro de Caldas Novas há pizzarias, comida goiana, bares e restaurantes simples.

Melhor época: fora de férias escolares para preços melhores e menos fila.

49. Pedra Azul, Espírito Santo

Pedra Azul é o destino do Espírito Santo que entra nesta lista por mérito próprio. Localizada em Domingos Martins, nas Montanhas Capixabas, a região combina clima frio, Pedra Azul, Rota do Lagarto, pousadas charmosas, cafés, restaurantes e agroturismo.

Como chegar: saindo de Vitória, siga pela BR-262 até a região de Pedra Azul. A viagem costuma levar cerca de 1h40 a 2h20, dependendo do trânsito, chuva e neblina.

O que fazer por perto: Parque Estadual Pedra Azul, Rota do Lagarto, Lavandário Pedra Azul, cafés, restaurantes, pousadas, Venda Nova do Imigrante e agroturismo.

Hospedagem: pousadas na Rota do Lagarto são ideais para viagem romântica. Flats e hotéis próximos à BR-262 podem ter melhor custo-benefício.

Restaurantes por perto: a região tem restaurantes italianos, cafés coloniais, cervejarias, chocolaterias, bistrôs e casas com vista para a Pedra Azul.

Melhor época: maio a setembro para clima frio. Abril, maio, setembro, outubro e novembro funcionam bem para menos movimento.

Atenção: a visita ao Parque Estadual Pedra Azul exige agendamento para trilhas e piscinas naturais. A entrada é gratuita, mas há limite diário de visitantes e regras ambientais.

50. Monte Roraima, Roraima

O Monte Roraima é um dos destinos mais extremos e simbólicos do Brasil. A expedição atravessa savanas, rios, subidas, tepuis e paisagens que parecem pré-históricas. Não é viagem casual; é aventura de verdade.

Como chegar: voe para Boa Vista, em Roraima, e siga por estrada até a região de fronteira usada como base para expedições. O roteiro deve ser feito com agência e guias experientes.

O que fazer por perto: trilha ao Monte Roraima, savanas, comunidades locais, paisagens de tepui, acampamentos e mirantes naturais.

Hospedagem: antes da expedição, fique em Boa Vista ou em bases próximas. Durante a trilha, a hospedagem é em acampamentos.

Restaurantes por perto: em Boa Vista há boa estrutura. Durante a expedição, as refeições costumam ser organizadas pela equipe do trekking.

Melhor época: a estação seca costuma ser mais indicada, mas o clima na região é imprevisível. Vá preparado para chuva, frio, lama e esforço físico.

Dicas para planejar onde viajar no Brasil

Escolha pela época do ano. Lençóis Maranhenses sem lagoas cheias, Noronha no período errado para mergulho ou Jalapão na chuva podem mudar totalmente a experiência.

Não subestime distâncias. O Brasil é enorme. Muitos destinos exigem voo, estrada, transfer, barco ou 4×4 no mesmo roteiro.

Reserve passeios com limite de vagas. Bonito, Noronha, Pedra Azul, parques nacionais, trilhas guiadas e atrativos naturais podem ter controle de visitantes.

Hospede-se perto do objetivo da viagem. Em destinos de natureza, ficar longe da saída dos passeios pode gerar custo extra e perda de tempo.

Leia avaliações recentes. Restaurantes, pousadas e passeios mudam muito. Comentários recentes ajudam mais do que fama antiga.

Perguntas frequentes sobre onde viajar no Brasil

Onde viajar no Brasil pela primeira vez?

Para primeira viagem, escolha destinos com boa estrutura: Rio de Janeiro, Foz do Iguaçu, Gramado, Salvador, Porto de Galinhas, Bonito ou Pedra Azul. Eles combinam beleza com logística mais simples.

Onde viajar no Brasil barato?

Destinos como Curitiba, Ouro Preto, Recife, São Luís, João Pessoa, Capitólio fora de feriados e Pedra Azul durante a semana podem ser mais econômicos, dependendo da origem e da hospedagem escolhida.

Onde viajar no Brasil com crianças?

Porto de Galinhas, Praia do Forte, Gramado, Caldas Novas, Foz do Iguaçu, Natal e Bonito são boas opções para famílias, desde que os passeios sejam escolhidos conforme a idade das crianças.

Onde viajar no Brasil em casal?

Fernando de Noronha, São Miguel dos Milagres, Trancoso, Tiradentes, Bento Gonçalves, Gramado, Paraty e Pedra Azul são destinos muito fortes para viagem romântica.

Qual lugar do Espírito Santo vale entrar em uma lista nacional?

Pedra Azul, em Domingos Martins, merece entrar por combinar montanha, clima frio, Rota do Lagarto, boa gastronomia, pousadas charmosas e o Parque Estadual Pedra Azul.

Qual é o destino mais bonito do Brasil?

Não existe resposta única. Para mar, Fernando de Noronha e Maragogi são fortes. Para paisagem surreal, Lençóis Maranhenses e Jalapão. Para cachoeiras, Chapada dos Veadeiros e Chapada Diamantina. Para montanha no Espírito Santo, Pedra Azul se destaca.

Para planejar melhor

Fontes oficiais e atualizações

Dúvidas e experiências dos leitores

Qual desses destinos você já conhece? Conte sua experiência, indique pousadas, restaurantes, passeios e dicas atualizadas para outros leitores no Fórum Capixaba da Gema.

Opinião da Capixaba da Gema

Na opinião do portal Capixaba da Gema, escolher onde viajar no Brasil não deveria ser apenas uma busca por lugares bonitos. O melhor destino é aquele que combina com o momento da vida, com o orçamento e com o tipo de experiência que o viajante quer viver.

O Brasil tem destinos de nível mundial. Fernando de Noronha, Lençóis Maranhenses, Foz do Iguaçu, Amazônia, Pantanal, Bonito, Jalapão e Chapada Diamantina provam isso. Mas também existem lugares mais próximos, como Pedra Azul, que mostram que não é preciso cruzar o país para viver uma viagem marcante.

A melhor viagem não é necessariamente a mais cara. É a mais bem planejada, respeitosa com o lugar visitado e capaz de virar memória.

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